A evidência de escrever como assassina. Como empunhante da naifa. Como comendo imagens, dos meus olhos esponjas. Os écrans camam o suporte virginal para a degradação. Epigrafam os Penantes, os Roubados ao Natural, os Estimulados ao Masoquismo, de certa forma, os Pedantes. A oralidade audiovisual é moma, sem conceito nem Arte.
Nas plataformas, o grito se confunde com alarmes pré-concebidos. A sonora mente é rebatida pelos fóruns agastados pela penugem onírica de sabor pânico. Crescem as costas impregnadas de gambas e cannabis. Um rosto é um polícia à procura de um sentido para a farda, para o fardo. Uma testa, desvirtuada de seus jovens cabelos, cavala sobre os heróis presentes em nagalhos de antropos. O mar, o que deixa e chega, é o espelho maior. Poucos o confrontam para a barba épica. Os coralistas continuam na fidúcia investidora sobre maters, paters e vaters. Um dilúvio controlado nos caleiros da venosidade estruturada pelas forças de observação.
As canelas vão ao encontro dos lobos incautos. Beijam-lhes as bocas sem ouvidos, desde que instalaram nas orelhas o aparato da estultícia. Os sons bééélicos, ovelhas de kalashnikoves em patas, ressoam pelo vale. O vale tudo, A Bolsa. A artrite capitalista resolve em cadafalso a libido, uma porrefícia declara venerar o monarca, o monarca de Noé.
A minha era, declarou, longa ou curta, será menstruada em pó sobre vossas cabeças, caso as tenhais. Saltearei minhas hormonas entre os cortejantes, os que exercem o corte, os espadaúdos com capacetes. Declaro, a partir da minha polpa consagrada, a vertigem como planta hóspita de todas as meninas canaviais que visitem minhas bragas. Ao lado, o rei basquetebolista, incestará quem, na mesa verde, não conseguir atingir a espuma lucrativa.
Nos novos latifúndios uni-pessoais, os coulottes abrem de cobra as bocas perante quem penteia o luxo defendendo as virtuosidades do Cabedal. Arrota um bicho saxão. Troa a usura nos potes regionais. Estão aí os Filhos do Pote.
alberto augusto miranda
Nas plataformas, o grito se confunde com alarmes pré-concebidos. A sonora mente é rebatida pelos fóruns agastados pela penugem onírica de sabor pânico. Crescem as costas impregnadas de gambas e cannabis. Um rosto é um polícia à procura de um sentido para a farda, para o fardo. Uma testa, desvirtuada de seus jovens cabelos, cavala sobre os heróis presentes em nagalhos de antropos. O mar, o que deixa e chega, é o espelho maior. Poucos o confrontam para a barba épica. Os coralistas continuam na fidúcia investidora sobre maters, paters e vaters. Um dilúvio controlado nos caleiros da venosidade estruturada pelas forças de observação.
As canelas vão ao encontro dos lobos incautos. Beijam-lhes as bocas sem ouvidos, desde que instalaram nas orelhas o aparato da estultícia. Os sons bééélicos, ovelhas de kalashnikoves em patas, ressoam pelo vale. O vale tudo, A Bolsa. A artrite capitalista resolve em cadafalso a libido, uma porrefícia declara venerar o monarca, o monarca de Noé.
A minha era, declarou, longa ou curta, será menstruada em pó sobre vossas cabeças, caso as tenhais. Saltearei minhas hormonas entre os cortejantes, os que exercem o corte, os espadaúdos com capacetes. Declaro, a partir da minha polpa consagrada, a vertigem como planta hóspita de todas as meninas canaviais que visitem minhas bragas. Ao lado, o rei basquetebolista, incestará quem, na mesa verde, não conseguir atingir a espuma lucrativa.
Nos novos latifúndios uni-pessoais, os coulottes abrem de cobra as bocas perante quem penteia o luxo defendendo as virtuosidades do Cabedal. Arrota um bicho saxão. Troa a usura nos potes regionais. Estão aí os Filhos do Pote.
alberto augusto miranda