Kalbini ferah tut
sana kinim vardır elbet senden başka kimim var
kimim kimsem yok değil kesilmedi zürriyetim
kesilmedi hiç nefesim koştumsa da ateşle
su olsun diye yazdım bana kimler sus desin
konuşan özneyim işte, isteyenin mezarına tüküren
kin kimi öldürürmüş belki yaşarız böylece
kahpenin dümeniyle yaşamanın seyrinde
namerde mert der miyiz ölsek onun yerine
beleş bir iş değil beni kendine düşman edişin
bu cüreti sevmişsin pahasını bilmeden
bilmemek bilmekten iyidir hani
kıymetin bilinsin diye seçtiğin
üstüme elbiseler biçtiğin kan ve terden
uymadı üzerime söküldü teyellerim
beni gördüğün kadardı gözlerin
gördüğün kadar değil dünya ve içindekiler
bu faslı ağırdan geçelim
sana ne verebilirim kinimden başka
ey kendini ele verdikçe acıkan yenilgi
ey doğruluğun eksik cümlesi
ey cümbür ey cemaat ey bir hatip cümlesinde
körler sağırlar meclisinde cümlenize ey
ey demeyi kes nereye gitsen bu belâya musallat
o korkunç pençesinde açlığın
harcı âlem bıraktığın kalbini merak edersen
götürüp Londra’nın ortasına bıraktım
ne bülbül ne çocukluk ne keder.
Zeynep Arkan
Fica com o coração em paz
Claro que te guardo, a quem mais tenho senão a ti?
não é que eu não tenha ninguém, a minha linhagem não se extinguiu,
a minha energia nunca me faltou, embora tenha corrido em fogo
escrevi para que fosse água, quem são eles para me calar?
sou o sujeito que fala, a que cospe sobre o túmulo de quem quiser,
a quem mata o ressentimento? talvez assim continuemos
o percurso de uma vida governada pelo timão da traidora
chamaríamos covarde ao corajoso, mesmo se morrêssemos em seu lugar?
não é coisa barata ter-me feito tua inimiga
aparentemente, gostaste desta ousadia sem lhe saber o preço
não saber é melhor do que saber, supõe-se,
escolhidos para que se conhecesse o teu valor,
os vestidos que com sangue e suor me cortaste à medida
não me assentavam bem, descozeram-se os alinhavos,
os teus olhos chegavam até onde me vias
o mundo e quanto nele há não são apenas o que vês
vamos devagar nesta parte.
Que mais te posso oferendar, senão o meu rancor?
oh, derrota, que se torna mais faminta quanto mais se delata,
oh, frase incompleta da verdade,
oh, multidão, oh, congregação, oh, na frase de um orador
na assembleia de cegos e surdos, oh, a todos vós,
chega de dizer "oh"; ondequerquevás, esta desgraça te persegue
com essas garras terríveis da fome.
se perguntares pelo teu coração, que deixaste convertido em qualquer coisa,
levei-o comigo e deixei-o no meio de Londres:
nem rouxinol, nem infância, nem pena.






