II
He caído en este cuenco de barro frío, una cueva de carne que, poco a poco, se seca. Soy la guardiana de una clepsidra que deja escapar el tiempo. Mis días gotean, se fugan. Y no entiendo la lengua de mi madre. Mi madre canta y no comprendo el golpeteo de sus sílabas. Canción de madera. Canción incendio. Qué oscura es la voz de mi madre. Y sus letras caen como plomo en mis oídos.
Alejandra Estrada Velázquez
II
Caí nesta tigela de barro frio, uma cova de carne que aos poucos se seca. Sou a guardiã de uma clepsidra que deixa o tempo escapar. Os meus dias gotejam-se, perdem-se. E não entendo a língua da minha mãe. A minha mãe canta e não entendo o bater das suas sílabas. Canção de madeira. Canção incêndio. Quão escura a voz da minha mãe. E as suas letras caem como chumbo nos meus ouvidos.
He caído en este cuenco de barro frío, una cueva de carne que, poco a poco, se seca. Soy la guardiana de una clepsidra que deja escapar el tiempo. Mis días gotean, se fugan. Y no entiendo la lengua de mi madre. Mi madre canta y no comprendo el golpeteo de sus sílabas. Canción de madera. Canción incendio. Qué oscura es la voz de mi madre. Y sus letras caen como plomo en mis oídos.
Alejandra Estrada Velázquez
II
Caí nesta tigela de barro frio, uma cova de carne que aos poucos se seca. Sou a guardiã de uma clepsidra que deixa o tempo escapar. Os meus dias gotejam-se, perdem-se. E não entendo a língua da minha mãe. A minha mãe canta e não entendo o bater das suas sílabas. Canção de madeira. Canção incêndio. Quão escura a voz da minha mãe. E as suas letras caem como chumbo nos meus ouvidos.

